Flash Delirium

  • Vertigo Stare

    • 3 Jul 2011
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    Novo poiso. Nova cara. Novo nome. De resto tudo na mesma.

    http://vertigostare.tumblr.com/

    Vertigostare

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  • Nicola Roberts | Beat of My Drum

    • 4 Jun 2011
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    O single de estreia da terceira Girls Aloud a enveredar por uma carreira a solo é um surpreendente delírio pop. Com uma batida frenética e contagiosa e a voz doce e hipnotizante que lhe é característica, Beat of My Drum é uma amostra promissora e um dos inevitáveis hits de Verão.
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  • The Tree of Life | Terrence Malick

    • 29 May 2011
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    Treeoflife2

    Uma experiência singular, milagrosa e abaladora. A Mãe e o Pai. A Natureza e a Graça. A Vida enquanto Arrebatamento. O Cinema jamais será o mesmo. 5 estrelas.

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  • Lady Gaga | Born this Way

    • 23 May 2011
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    Quando o próprio artista proclama que vai lançar o álbum pop da década é inevitável que o hype se espalhe de forma desmesurada e traga tanto de expectativa quanto de cinismo. Por isso quando este finalmente chega o risco de que a montanha tenha parido um rato é muito elevado e a reacção inicial deixa-se contaminar por tudo o que vem de trás. Mas do alto do seu auto-erguido trono e contraditório ego altruísta Lady GaGa não profetizou nada verdadeiramente falacioso. Born This Way é exagerado, arrogante e completamente desligado da realidade. E isso transforma-o num objecto único e inimitável. Basta ouvir faixas tão esquizofrénicas como Americano ou You & I para ter a certeza que GaGa não sabe onde deve parar e regrar-se. Ainda bem. Daqui nasce um monstro de um disco pop que certamente causará impacto durante os anos que virão: pelo anacronismo dos géneros - que vão do hair metal ao dance pop no mesmo tema, pela audácia de não conhecer os limites do musicalmente razoável e principalmente por criar canções-monumento que, quer pela melodia infecciosa quer pela produção simultaneamente arrojada e barroca, se tornam instantaneamente em clássicos. GaGa chegou de repente e o seu sucesso é tão gargantuano que roça por vezes o insuportável. Mas ela não vai a lado nenhum. 5 estrelas.

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  • Sophie Ellis-Bextor | Make a Scene

    • 10 May 2011
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    Depois de tanto adiamento finalmente o 4º álbum de originais de Sophie Ellis-Bextor vê a luz do dia e aparentemente, valeu a pena a espera. Uma colecção perfeita e regozijada de temas dance pop, tanto as colaborações com vários DJs que foram acontecendo nos passados anos como as realmente inéditas que agora vêem a luz do dia. E desde as primeiras de produção mais frívola - mas não menos irresistíveis por isso - passando pela bela apropriação de uma demo de Róisín Murphy até a algo mais sofisticado e electro como a cintilante segunda metade do disco, tudo aqui tem um tom celebratório e fulgurante. Ingresso imediato para as playlists de Verão. 4 estrelas. 

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  • Le Quattro Volte | Michelangelo Frammartino

    • 5 May 2011
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    Lequattrovolte

    Um filme é sempre um filme. Mas por vezes é algo mais, algo inexplicavelmente assombroso. Porque com a naturalidade com que Michelangelo Frammartino - herdeiro de Antonioni, Tarkvosky e até de Tati - representa estes quatro histórias ou tempos de um ciclo de vida e morte descobrem-se pequenos milagres. Principalmente na forma como eles, tão grandiosos e transformadores, são olhados com tamanha leveza e conforto, trazidos por um reconhecimento imediato, sem ser sequer necessário recorrer a elementos dramáticos para os tornar transcendentes e muito menos conjurar a religião para os tornar divinos. Sem diálogos nem quaisquer distracções, todo o poder unificador é trazido pelas imagens e os símbolos que elas evocam. E esses são perpétuos. 5 estrelas.

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  • Vanbot | Vanbot

    • 3 May 2011
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    Numa altura em que o pop mais mainstream se vira para os anos 90 da dance music europeia, a Europa começa a voltar-se para outro lado, nomeadamente a Suécia. Tudo começou com o duo de electronica Royksöp e Robyn, uma antiga estrela da dance pop que agora ganha popularidade e respeito - até junto da crítica mais pedante - com um electropop ultra-arrojado e futurista. Agora é a vez dos Vanbot, que aproveitam a sonoridade emergente criada pelos contemporâneos e conterrâneos para construirem um punhado invejável de canções pop envolvidas por uma electronica densa mas leve e contagiante, sem descurar o lado mais emotivo e escapista. Destacam-se temas como Bitter is the Sweetest Part, Lost Without You e Safe by the numbers naquele que é certamente um dos mais promissores discos de estreia do panorama pop actual. 4 estrelas. 

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  • Thor | Kenneth Branagh

    • 1 May 2011
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    Thor

    Mais um filme a preparar o grande evento que será a estreia dos Avengers (ficámos agora a conhecer o Hawkeye de Jeremy Renner num breve cameo), desta vez dedicado ao Deus do Trovão. Ao contrário das expectativas Chris Hemsworth incorpora muitíssimo bem a personagem, tanto nos maneirismos como na postura, e acaba por ser o ponto forte do filme, juntamente com o torturado Loki, ainda que a visão de Asgard seja talvez demasiado 'típica'. Por terra fica a personagem completamente deslocada de Natalie Portman e a tentativa frustrada de romance que daí advém. 2 estrelas.
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  • Scream 4 | Wes Craven

    • 22 Apr 2011
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    Scream4

    Este regresso de Wes Craven aos seus famosos slasher é tudo aquilo a que a saga já nos habituou depois do memorável filme original: mais uma sequela repetitiva, ridícula, mentecapta e previsível. Dito isto, porque é que é tão divertido? 2 estrelas.

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  • Source Code | Duncan Jones

    • 18 Apr 2011
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    Sourcecode

    Raras vezes um thriller da máquina de Hollywood consegue emergir da mediocridade regente e assumir uma postura menos convencional, muito menos quando tem a audácia de introduzir elementos de ficção científica na sua premissa e manter a mesma atitude perante o género. Source Code é inteligente sem necessitar de se preocupar com credibilidade em detrimento do que é ficcional. E é aí que acerta: um ritmo frenético, um enredo sempre envolvente e personagens humanas interpretadas por actores de alto calibre como são Jake Gyllenhaal e Vera Farmiga. Só peca por um final demasiado utópico mas que não compromete tudo de bom que vem para trás. 4 estrelas.

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